sábado, 14 de fevereiro de 2009

Michael Mantler - The Jazz Composer's Orchestra - New York -1968

o155740

Nem tenho que dizer muito sobre este disco...
Basta dizer: Baixe! MUUUUUUUUUUITTO FODA!
Michael Mantler não é um mero compositor de jazz,
sua música transcende os limites do jazz ao erudito,
e com uma força de abalar qualquer sistema nervoso.

jcoa._mm

Nos faz pensar: "nossa, como o ruído pode ser tão bonito?"
Não dá pra chamar nem de Free Jazz, é uma espécie
de JAZZ METAL DAVID LYNCHIANO.
Prepare-se pra grudar no teto com a belíssima faixa 4,
aquí nomeada "Preview".
Se o que eu já falei não foi suficiente pra te convercer,
dá uma olhadinha em quem toca nessa obra prima:

Soloists
Don Cherry (cornet)
Gato Barbieri (tenor saxophone)
Larry Coryell (guitar)
Roswell Rudd (trombone)
Pharoah Sanders (tenor saxophone)
Cecil Taylor (piano)

Orchestra
conducted by Michael Mantler
7 saxophones
(Steve Lacy, Jimmy Lyons, Frank
Wess, Lew Tabackin, Charles Davis,
and others)
7 brass
(Randy Brecker, Bob Northern,
Julius Watkins, Jimmy Knepper,
Howard Johnson, and others)
piano
(Carla Bley)
5 basses
(Steve Swallow, Charlie Haden,
Reggie Workman, Eddie Gomez,
Ron Carter, and others)
drums
(Andrew Cyrille, or Beaver Harris)

Diga-se de passagem, ex-marido de
Carla Bley. Produziu e compôs para os melhores
e mais insanos discos dela.

Excelente disco pra tocar quando o cunhado
apareceu de repente pra fazer uma boquinha
e te pedir uma grana emprestado.

péga aquí ó!

yupo-stamp
Post com a colaboração do Mestre Yupo

3 comentários:

Marcelo disse...

Uauuu cara,o que foi isso que acabei de ouvir?!?!?!?
Fiquei completamente estupefato!
Ótima postagem Paulo!!!!

pb disse...

Opa!

roberto disse...

essa junção entre experimental/erudito e jazz é muito buscada e pouco achada (ou nunca achada). A dificuldade de fazerescola - isto é, um novo gênero, deixou esses compositores, como mantler, ilhados entre seus admiradores. nn tocam nos progranas de jazz, nem nos eruditos e nem nos de vanguarda. E o que é melhor, sua música, distante do free jazz, é inteligível e prazeiroza, sem nunca deixar a "cabeça" (inteligência) cair.

 
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